Atmos Capital
- CNPJ
- 10.957.035/0001-77
- Categoria
- Ações
- AUM
- AUM R$ 15 bi
- Publicação
- Semestral
- Status
- Ativa
Conceitos selecionados combinam com operador E lógico: o mês precisa conter todos eles.
Jan/2025
Em janeiro de 2025, a Atmos Capital estruturou seu portfólio em torno de dois eixos principais: um núcleo expressivo em utilidades públicas, representando cerca de 40% do patrimônio, e posições em empresas líderes de setores como tecnologia financeira, saúde e consumo. O bloco de utilidades — composto por nomes como Equatorial Energia, Copel, Eletrobras, Auren, Eneva, Motiva e Compass — foi destacado pela combinação de carrego elevado, defensividade e prêmio de equity proporcionado pelo ambiente de juros longos elevados no Brasil. No segmento de tecnologia e serviços financeiros, o Nubank foi mantido com convicção elevada, com ênfase em qualidade estrutural, aquisição orgânica de clientes e exposição ao crédito como maior pool de lucros da região; já o Mercado Livre teve sua posição reduzida de forma significativa, dado o entendimento de que seu valuation oferece margem estreita para surpresas negativas. Posições em XP Inc., Stone, Rede D'Or, Smart Fit, Grupo Salta e Localiza foram mantidas sob a classificação de líderes com vantagens competitivas duráveis e capacidade de preservação de valor ao longo dos ciclos.
- +3Nubank
- +3Equatorial Energia
- +3Juros Longos Brasil
- +2XP Inc.
- +2Rede D'Or
- +2Smart Fit
- +2Grupo Salta
- +2Stone
- +2Auren Energia
- +2Copel
- +2Motiva
- +2Localiza
- +2Compass (Cosan)
- +2Eletrobras
- +2Eneva
- -2Mercado Livre
Carta Atmos 33 (1H25)
Publicada em 01 de jan. de 2025
A Carta Atmos 33 traça um paralelo entre os ciclos históricos de ruptura e anistia da política brasileira e o atual impasse fiscal do país, argumentando que a ausência de um pacto fiscal duradouro aprofunda a armadilha de baixo crescimento e dívida crescente. A gestora destaca que juros elevados transferem renda de forma concentrada para os mais ricos, enquanto os alívios sociais anunciados pelo governo não compensam esse efeito. No portfólio, o fundo mantém cerca de 40% em empresas de utilidades públicas — como Equatorial, Eletrobras e Copel — como âncora de carrego e defensividade, com posições reduzidas em ações internacionais e em Mercado Livre diante do estreitamento da margem de segurança.
“Equatorial, Eletrobras, Auren, Eneva, Copel, Motiva e Compass compõem esse núcleo.”
“Mantivemos Nubank pela qualidade estrutural e pela densidade de talento incomum no país, aliada a consistência do produto, aquisição orgânica de clientes, baixo custo de servir e exposição ao pool de lucros mais relevante da região: o crédito, produto de consumo mais cobiçado da economia.”
“Entre eles, Localiza, Stone, XP, Rede D'Or, Smart Fit e Grupo Salta. Empresas com estrutura sólida, vantagens competitivas claras e capacidade de atravessar ciclos preservando valor.”
“Entre eles, Localiza, Stone, XP, Rede D'Or, Smart Fit e Grupo Salta. Empresas com estrutura sólida, vantagens competitivas claras e capacidade de atravessar ciclos preservando valor.”
“Entre eles, Localiza, Stone, XP, Rede D'Or, Smart Fit e Grupo Salta. Empresas com estrutura sólida, vantagens competitivas claras e capacidade de atravessar ciclos preservando valor.”
“Entre eles, Localiza, Stone, XP, Rede D'Or, Smart Fit e Grupo Salta. Empresas com estrutura sólida, vantagens competitivas claras e capacidade de atravessar ciclos preservando valor.”
“Entre eles, Localiza, Stone, XP, Rede D'Or, Smart Fit e Grupo Salta. Empresas com estrutura sólida, vantagens competitivas claras e capacidade de atravessar ciclos preservando valor.”
“Elas oferecem carrego elevado em função das altas taxas de juros de longo prazo, um prêmio de equity que raramente se viu e a opcionalidade de serem as poucas companhias capazes de alocar capital produtivo em um país carente de investimento.”
“Equatorial, Eletrobras, Auren, Eneva, Copel, Motiva e Compass compõem esse núcleo.”
“Equatorial, Eletrobras, Auren, Eneva, Copel, Motiva e Compass compõem esse núcleo.”
“Equatorial, Eletrobras, Auren, Eneva, Copel, Motiva e Compass compõem esse núcleo.”
“Equatorial, Eletrobras, Auren, Eneva, Copel, Motiva e Compass compõem esse núcleo.”
“Entre eles, Localiza, Stone, XP, Rede D'Or, Smart Fit e Grupo Salta. Empresas com estrutura sólida, vantagens competitivas claras e capacidade de atravessar ciclos preservando valor.”
“Equatorial, Eletrobras, Auren, Eneva, Copel, Motiva e Compass compõem esse núcleo.”
“Equatorial, Eletrobras, Auren, Eneva, Copel, Motiva e Compass compõem esse núcleo.”
“Já o Mercado Livre, embora líder consolidado por méritos próprios, negocia a um valor de mercado que tolera poucas surpresas negativas e, por isso, a posição foi reduzida de forma significativa.”
Jul/2024
Resumo consolidado ainda não gerado.
Carta Atmos 32 (2H24)
Publicada em 01 de jul. de 2024
A Atmos Capital discute, na Carta 32, o impacto do poder político sobre a economia brasileira, traçando um diagnóstico crítico do desequilíbrio fiscal estrutural do país — marcado pela expansão contínua de gastos sociais obrigatórios e pela resistência ideológica ao corte de despesas. A gestora reconhece avanços microeconômicos relevantes acumulados desde o governo Temer, como reformas regulatórias, marcos setoriais e o fortalecimento da iniciativa privada como motor do investimento. Diante de um prêmio de risco historicamente elevado e ativos precificados em níveis deprimidos, a carta aponta que o portfólio apresenta valuations atrativos, com potencial de retorno expressivo caso haja convergência fiscal ou melhora na percepção de risco do Brasil.
“o setor de serviços tem mostrado um crescimento consistente na produtividade, impulsionado por empresas inovadoras como Mercado Livre, no comércio eletrônico, e Nubank, nos serviços financeiros.”
“o setor de serviços tem mostrado um crescimento consistente na produtividade, impulsionado por empresas inovadoras como Mercado Livre, no comércio eletrônico, e Nubank, nos serviços financeiros.”
“Empresas da carteira, como Equatorial, Energisa, Compass, Rumo, Motiva e Eneva, vêm realizando projetos expressivos e alcançando bons retornos sobre o capital investido.”
“Empresas da carteira, como Equatorial, Energisa, Compass, Rumo, Motiva e Eneva, vêm realizando projetos expressivos e alcançando bons retornos sobre o capital investido.”
“Empresas da carteira, como Equatorial, Energisa, Compass, Rumo, Motiva e Eneva, vêm realizando projetos expressivos e alcançando bons retornos sobre o capital investido.”
“Empresas da carteira, como Equatorial, Energisa, Compass, Rumo, Motiva e Eneva, vêm realizando projetos expressivos e alcançando bons retornos sobre o capital investido.”
“A Compass, subsidiária da Cosan dedicada ao mercado de gás natural e investida pelo fundo, protagonizou um caso emblemático.”
“Empresas da carteira, como Equatorial, Energisa, Compass, Rumo, Motiva e Eneva, vêm realizando projetos expressivos e alcançando bons retornos sobre o capital investido.”
“Pela primeira vez em muito tempo, é possível vislumbrar um movimento duplo: fechamento da curva de juros longos acompanhado de uma redução no prêmio de risco — uma combinação poderosa que pode alavancar os preços das ações quando a percepção de melhora finalmente se consolidar.”
“Não à toa, o mercado de ações atravessa um inverno prolongado.”
Jan/2024
Em janeiro de 2024, a Atmos Capital concentrou sua análise no setor de energia e mobilidade, com ênfase nas transformações estruturais do sistema elétrico brasileiro e seus impactos sobre diferentes elos da cadeia. A Eneva foi o ativo de maior destaque, vista como o agente com vantagens estruturais integradas para ofertar potência e flexibilidade ao sistema, enquanto a Eletrobras foi apontada como beneficiária da nova dinâmica setorial em razão de seu volume expressivo de energia hidrelétrica descontratada. No segmento de mobilidade, as locadoras de veículos — posição relevante do fundo — foram avaliadas positivamente pela concentração de poder de compra dos grandes players, com a Localiza destacada pela posição competitiva consolidada após a fusão com a Unidas e o ciclo adverso recente. Em contrapartida, distribuidoras de energia elétrica e de combustíveis foram identificadas como segmentos com riscos relevantes, respectivamente pela pressão tarifária e avanço de alternativas off-grid, e pela vulnerabilidade da estrutura de custos fixos a ciclos de queda de volume.
Carta Atmos 31 (1H24)
Publicada em 01 de jan. de 2024
A Atmos encerra sua trilogia sobre transição energética tratando o tema como mais um ciclo de disrupção tecnológica e institucional, avaliando seus impactos sobre o portfólio a partir da estrutura de mercado das companhias. A gestora questiona narrativas dominantes — como a suposta superioridade ambiental dos híbridos a etanol sobre veículos elétricos — e aponta riscos estruturais para distribuidoras de energia e combustíveis, ao mesmo tempo em que destaca oportunidades em ativos expostos à volatilidade crescente do setor elétrico, com ênfase em Eneva, Compass e Eletrobras.
“Essas características são vantagens estruturais que fazem da Eneva o agente mais competitivo para ofertar potência e flexibilidade ao sistema elétrico brasileiro.”
“À época, o grupo Cosan controlava a Comgás, a maior distribuidora de gás natural do país, mas dependia exclusivamente da oferta de gás da Petrobras, ainda monopolista.”
“A fusão com a Unidas e o ciclo negativo impactando desproporcionalmente competidores com balanço mais frágil deixaram a Localiza em posição privilegiada.”
“a Eletrobras detém hoje um volume relevante de energia hidrelétrica descontratada e pode se beneficiar dessa nova dinâmica.”
Jan/2023
Resumo consolidado ainda não gerado.
Carta Atmos 29 (1H23)
Publicada em 01 de jan. de 2023
A carta inaugura uma trilogia sobre transição energética, traçando um panorama histórico das transformações nas matrizes energéticas — do fogo ao petróleo, das renováveis ao gás natural — e argumentando que substituições de fontes nunca foram totais, mas aditivas. A gestora destaca a complexidade do desafio da descarbonização por meio da Identidade de Kaya, apontando os limites do Paradoxo de Jevons e a assimetria do consumo global, enquanto observa o papel ambíguo da China, que lidera investimentos em energia limpa mas também concentra o maior crescimento no consumo de carvão. O texto conclui com ceticismo em relação a narrativas que não alinham incentivos econômicos reais, sinalizando que as próximas edições abordarão os impactos para o Brasil e os reflexos no portfólio da gestora.
Sem extrações registradas para esta carta.
Jul/2022
Em julho de 2022, a Atmos Capital concentrou sua análise na atratividade do setor elétrico brasileiro frente ao ambiente de juros elevados. A gestora identificou nas empresas de energia retornos regulatórios protegidos superiores aos das NTN-Bs de duration equivalente, destacando ainda a opcionalidade de alocação de capital em um cenário de escassez. As NTN-Bs foram utilizadas como referencial de comparação de retorno, evidenciando a lógica relativa que orienta a avaliação do setor. A Atmos Capital também observou que reformas fiscais críveis teriam potencial de conduzir os juros longos dos títulos públicos a patamares inferiores aos então vigentes.
Carta Atmos 28 (2H22)
Publicada em 01 de jul. de 2022
A Atmos discute, na Carta 28 (2022.2), como expectativas moldam a realidade econômica e política, avaliando o cenário inaugurado pelo novo governo Lula com ceticismo em relação ao retorno de um Estado protagonista e de um discurso que a gestora considera anacrônico. Diante desse ambiente de baixo crescimento esperado, alto custo de capital e risco de maior intervencionismo, a carteira é estruturada em três grupos: empresas de energia com retorno regulatório protegido, companhias de tecnologia com vantagens competitivas e crescimento exponencial, e oligopólios resilientes ao ciclo econômico. A gestora aponta ainda que uma eventual queda de juros, potencialmente catalisada por um arcabouço fiscal crível e pela reforma tributária, poderia representar relevante gatilho de reprecificação das ações brasileiras frente à renda fixa.
“Trata-se de empresas de energia com retorno protegido, do ponto de vista regulatório, acima das NTNBs de duration semelhante, e que contam ainda com a opcionalidade de alocar capital nessa economia em modo de escassez.”
“Assim, pode-se enfim equilibrar a trajetória de endividamento público, conduzindo os juros pagos nos títulos públicos com vencimentos longos – balizador de preço para ativos de duration alta como ações – para um nível inferior ao atual.”
Jul/2021
Em julho de 2021, a Atmos Capital dedicou sua carta à análise da Eneva, empresa com exposição ao carvão em sua matriz de geração elétrica. A gestora argumentou que o descomissionamento das usinas a carvão da companhia seria um processo custoso e potencialmente prejudicial à segurança do sistema elétrico brasileiro, fatores que sustentam a relevância estratégica dos ativos. O tema central da carta girou em torno da tensão entre a agenda ESG — que pressiona pela redução do uso de carvão — e as realidades operacionais e sistêmicas do setor de energia no Brasil. Não foram identificadas contradições entre cartas no período.
Carta Atmos 26 (2H21)
Publicada em 01 de jul. de 2021
A carta da Atmos discute a complexidade do debate ESG aplicado ao setor elétrico brasileiro, questionando narrativas simplistas sobre o descomissionamento de térmicas a carvão — em especial as da Eneva — e apresentando estudo quantitativo desenvolvido com a PSR que aponta um custo de US$ 192/tCO2e para a retirada imediata dessas usinas, valor muito superior aos preços de carbono vigentes no mundo. A gestora argumenta que transferências de ativos sem descomissionamento real apenas reposicionam emissões nos relatórios de sustentabilidade sem impacto ambiental concreto, citando casos da Engie e da EDP como exemplos de dissonância entre imagem pública e efeito real. Ao final, chama atenção para o desequilíbrio de foco no Brasil: enquanto o setor elétrico concentra o debate ESG, o desmatamento responde por emissões 15 vezes maiores, e a Amazônia permanece subutilizada como ativo estratégico na agenda climática global.
“Ao invés de pressionar as boas empresas a vender seus ativos a carvão, deveríamos fazer o oposto: pressioná-las para mantê-los, mirando garantir uma rede de proteção funcional caso o sistema venha a escorregar. Afinal de contas, quanto vale a energia, quando ela falta?”